bottlefullofmemories:

Por que o melhor abraço sempre é o teu? Por que eu não consigo ficar um dia sem sonhar contigo ou, até mesmo, pensar em você? Por que eu me deixo levar quando você parece ter sentimentos iguais aos meus? Por que é tão difícil conversar com você sem gaguejar? Por que você é tão fofo e depois de um minuto muda sua postura completamente? Por que eu fico tão chateada quanto você vem com meias palavras?
Seria burrice a minha dizer que eu não sei a única resposta óbvia para todas as perguntas, mas os questionamentos sempre me assombram. Até por causa do seu descaso. Me diz como posso ser tão idiota, a ponto de me apaixonar por um garoto que não me dá o valor suficiente? Só posso ser masoquista. Que tipo de amor é esse? Aquele que só dá e não recebe nada em troca. E isso pode até ser coisa de filme romântico no começo. Sabe aqueles que a mocinha é apaixonada pelo melhor amigo e quando ela vai casar ele descobre que é louco por ela também? Mas a desgraça é que nos filmes tudo se resolve e na minha vida as coisas se complicam ainda mais.
O engraçado é que eu já tentei, muitas vezes, me afastar de você. E ainda vou procurar um pai de santo para ver se é encosto só para eu poder dizer que fiz tudo imaginável para me ver longe de ti. Porém enquanto isso, eu fico aqui na mesmice. Esperando que um dia você resolva me amar.
Mas se você achar que não há maneira disso acontecer, ficaria grata se ao menos pudesse parar de me iludir. E em vez de amassar meu coração com as suas mãos, levasse as memórias que eu tenho de nós dois. (BOFM) 

bottlefullofmemories:

I fucking miss you. All day, every day. And you can’t even imagine how pathetic it makes me feel because I don’t even know if you miss me back.

Passava o dia a sua espera e quando finalmente falava contigo os minutos passavam depressa, meu coração batia forte e já sentia um aperto no coração – Uma saudade precoce – Eu amava poder conversar horas a fio contigo, mesmo que sem assunto apenas sobravam risadas. E quando chegava a hora de partir, eu ficava a noite inteira ansiosa para falar contigo novamente. O engraçado é que eu achava que não poderia ficar pior, mas nada se compara ao que eu estou sentindo agora. Parece meio melancólico e meio clichê para você também? É eu sei que não vou receber resposta nenhuma. Até por que isto é apenas um desabafo. Onde o “você” é anônimo, pois meu orgulho é grande o suficiente para te esconder. E também por causa do seu descaso. Eu duvido que ainda olhe o meu profile ou me procura no Messenger para ver se eu entrei. Ou melhor, eu duvido que um dia tenha feito isso. Eu fiz vista grossa, mas eu sempre soube que você nunca sentiu o que eu sinto por você. Queria tanto acreditar nas palavras automáticas que me dizia. E Quanto mais acreditava mais me iludia. Não, não estou jogando a culpa em você. Apenas estou dizendo que era isso o que eu queria. Eu queria acreditar que alguém podia me amar, como você dizia que amava. Por mais que nossa distância, concluía que erámos apenas amigos e não iriamos passar disso, eu amava me iludir.
Nunca fomos amantes ou ao menos desejados um pelo outro. Eu apenas amava a sua companhia como eu amo respirar. Sempre foi um extremo. Eu sou assim, ou oito ou oitenta. E no seu caso era o máximo de mim. As pessoas confundiam com paixão, mas não era. Era muito mais que isso. Sempre dei o máximo de mim. Eu me entregava ao sentimento – De coração, pois os nossos corpos sempre estiveram longes um do outro – como se você fizesse parte de mim. E olha que ótimo, onde estou agora? No fundo do poço. Antes me alimentava de conversas gravadas, mas depois me vi obrigada a deixar o passado para trás e tentar te excluir da minha vida. E sabe no que deu isso tudo? Nada. Absolutamente nada. Eu continuo sentindo a porcaria da sua falta todos os dias. Tento me ocupar de todas as formas. Sério, eu ontem perguntei para minha mãe se ela queria ajuda para arrumar o armário dela. Mas não dá certo, depois de terminar a tarefa fico pensando no que agente poderia estar conversando agora. Tudo bem que de uns tempos para cá, você andou muito deslocado. Nunca estava bem, nunca queria papo. Mas eu gosto de imaginar uma conversa igual as nossas antigamente. Sim, aquelas melosas ou até mesmo aquelas briguinhas bobas que acabavam sempre com um “Eu te amo ç.ç” O fim foi realmente muito depressa. Não houve se quer um adeus decente ou até mesmo uma briga decente. A pior parte é que parte de mim morre de saudade, quer engolir tudo o que houve e pedir desculpas. Mas a outra parte grita “QUE MERDA DE DESCULPAS? O QUE FOI QUE EU FIZ DEMAIS? APENAS CANSEI DE CORRER ATRÁS E ME DESCULPAR. SÓ PORQUE EU NÃO CONSIGO FICAR BEM SEM VOCÊ.” Pode ser orgulho, mas eu chamo de cansaço. Eu sinceramente cansei de correr atrás de você e cansei de me importar. De lutar sozinha, amar sozinha, chorar sozinha, sentir sozinha. E agora me restou ficar sozinha. E como não houve um adeus decente e meu coração clama por isso. Esse é o meu adeus para você, mesmo indiretamente. Espero que seja o suficiente e eu consiga seguir minha vida. Mesmo que não dê para te apagar do meu coração, eu sinceramente espero que eu consiga te colocar em uma caixinha e te guardar no fundo do baú. Para que pelo menos a minha dor passe. Como eu já te disse antes eu sou muito egoísta e penso apenas em mim, mas no nosso caso duvido que você sofra um terço do que eu estou sofrendo agora. Adeus Colega. (bofm)


” Eu sempre achei que o suicídio era um ato de covardia. Mas hoje concluí que no meu caso foi um ato de liberdade. Liberdade dessa vida medíocre, cheia de pessoas pobres de espírito. Pessoas que não sabem a dor que uma simples palavra pode causar, gente que apenas para esquecer os próprios defeitos apontavam os dos outros e não se colocavam no lugar de ninguém.
Me desculpem, Papai e Mamãe. Eu juro que tentei engolir todas as lágrimas calada, tentei não envolver ninguém no meu drama, me elogiar quando me olhava no espelho, ignorar o que me falavam, parar de me automutilar, sorrir com falsidade e voltar a achar graça na vida. Mas eu falhei. Como sempre fiz, não é pai? Nada o que fiz estava bom o suficiente para você. Eu sempre fui a sua pior filha. A que não era extrovertida, não era magra, tinha notas abaixo de 10 e um comportamento inaceitável para uma mulher, certo? Será que um dia você parou para pensar no mal que estava me fazendo? Porém eu te entendo. Claro que você tinha coisas mais importantes para pensar e eu sei que não queria me machucar.
Ah mamãe, Por que sempre tão ocupada para mim? Sempre havia o trabalho em primeiro lugar e o descanso em segundo. Juro que tentei falar com você muitas vezes sobre o que faziam comigo na escola. Falar o quanto afetava minha autoestima. Dizer que até tentei através da bulimia fazer com que eu ficasse mais bonita e as piadas em relação ao meu peso cessassem Mas nunca adiantou.
Quero que saibam que não os culpo. Entendo que eram os únicos que me queriam bem, do jeito de vocês. Repito que tentei aguentar. Mas não foi o suficiente. Pensem que agora estou em paz e não há mais ninguém para me insultar. Obrigada por tudo que fizeram por mim, eu sempre amei vocês. E espero que com esse grito de desespero as pessoas possam se tocar que cada um tem o seu jeito de ser. Cada um tem seu tom de pele, seu jeito de se vestir, de falar e seu formato corporal. Que elas parem de julgar os diferentes, pois não há ninguém igual ao outro.
Espero que esta carta faça alguma diferença. E que compreendam que as palavras podem acabar com uma vida

Mandy Miller”

(bofm)


bottlefullofmemories:

Ele consegue esconder suas emoções, porém seus olhos sempre o denunciam. É uma pessoa que fala bastante, porém seu silêncio diz muito mais. Omite fatos quando é preciso, porém não sabe mentir. Não diz um “Eu te amo” por livre e espontânea vontade se estiver sóbrio. Ele não chega na menina que ama por medo de não ser correspondido. Faz piadas o tempo todo. Quando sente ciúmes, ou ele se afasta ou tenta chamar a atenção. Se sente mais à vontade com os seus amigos. Não penteia os cabelos de manhã. Ele é competitivo e orgulhoso.  Não curte filmes de terror. E quando está irritado prefere ficar sozinho. Pode não ser um príncipe encantado, mas eu sou completamente apaixonada por ele. Eu não amo apenas suas qualidades. Eu o amo por completo, por cada detalhe. (B.of.M)


— Sentes?
— Deveria sentir?
— Não sei o certo. Pois eu não deveria e mesmo assim o sinto.
— (…)
— Então achas que é errado também? Deverias ser, não? Até porque a dor é insuportável.
— Apenas acho que é nova demais para cair nas garras do amor.
— Garras? Não o entendo. O amor não é uma coisa divina?
— Divino é o amor puro. Este que tu sentes é turbulento, ansioso e jovem. Causa mágoa, causa dor.
— E como faço para mudar isso? Não quero sofrer para sempre.
— Eu não sei, porém sempre é muita coisa, pequena. Posso dizer-te que estarei aqui para te trazer à realidade, pois eu não paro. E sua vida também não deveria parar por causa de ilusões.
— Obrigada Tempo.
— (bofm)

— Sentes?
— Deveria sentir?
— Não sei o certo. Pois eu não deveria e mesmo assim o sinto.
— (…)
— Então achas que é errado também? Deverias ser, não? Até porque a dor é insuportável.
— Apenas acho que é nova demais para cair nas garras do amor.
— Garras? Não o entendo. O amor não é uma coisa divina?
— Divino é o amor puro. Este que tu sentes é turbulento, ansioso e jovem. Causa mágoa, causa dor.
— E como faço para mudar isso? Não quero sofrer para sempre.
— Eu não sei, porém sempre é muita coisa, pequena. Posso dizer-te que estarei aqui para te trazer à realidade, pois eu não paro. E sua vida também não deveria parar por causa de ilusões.
— Obrigada Tempo.
— (bofm)

bottlefullofmemories:

Minha vida anda tão confusa que até parei de intervir. Sinto-me como se fosse um figurante. Um passageiro em repouso em um trem que se movimenta. Podem até afirmar que estou na mesma velocidade que o trem. Porém não disse o contrário, apenas disse que estou deixando que esse automóvel me leve.
Sou com um narrador observador. Eu conto a história como se não fosse a minha, pois como posso ter uma vida se não acrescento nada a ela? Nada de modificar ou ampliar o sentimento.
Fico em cima do muro de Berlim até a tal disputa entre capitalismo e socialismo acabar. Nada me ocorre. Apenas fico a observar os desesperados da Alemanha Oriental procurando meios de fugir e querendo liberdade de expressão. E do outro lado as pessoas reclamando por causa da desigualdade social. Quando as pessoas vão se cansar? Eu também já lutei em busca de algo melhor, porém nada mudou. E desde então desisti.
Continuo sob o meio-termo, sem atingir os civilizados ou os bárbaros; se é que realmente exista alguma diferença entre os termos. Pois a crueldade e ignorância pertencem aos dois. Mas a falta de humanidade apenas aos civilizados. Fico aqui no muro até o mundo desintegrar. Vendo as guerras, a miséria, os desperdícios, a desigualdade, o preconceito e tudo que fazem para estragar ainda mais um planeta que um dia foi tão bonito.
Me diga, agora mesmo, para que a origem da vida estudar? Há quantos bilhões de anos o mundo foi gerado ou os primeiros seres vivos da Terra pouco importam. Mas se continuarem com essa ignorância moral, Os últimos habitantes seremos nós. E então, não sobrará nada. Adeus física, história, português, geografia, matemática, biologia e filosofia. Adeus mundo da tal “sabedoria”.
(bofm)


— Sentes?
— Deveria sentir?
— Não sei o certo. Pois eu não deveria e mesmo assim o sinto.
— (…)
— Então achas que é errado também? Deverias ser, não? Até porque a dor é insuportável.
— Apenas acho que é nova demais para cair nas garras do amor.
— Garras? Não o entendo. O amor não é uma coisa divina?
— Divino é o amor puro. Este que tu sentes é turbulento, ansioso e jovem. Causa mágoa, causa dor.
— E como faço para mudar isso? Não quero sofrer para sempre.
— Eu não sei, porém sempre é muita coisa, pequena. Posso dizer-te que estarei aqui para te trazer à realidade, pois eu não paro. E sua vida também não deveria parar por causa de ilusões.
— Obrigada Tempo.
— (bofm)

Carta de Suicídio

” Eu sempre achei que o suicídio era um ato de covardia. Mas hoje concluí que no meu caso foi um ato de liberdade. Liberdade dessa vida medíocre, cheia de pessoas pobres de espírito. Pessoas que não sabem a dor que uma simples palavra pode causar, gente que apenas para esquecer os próprios defeitos apontavam os dos outros e não se colocavam no lugar de ninguém.
Me desculpem, Papai e Mamãe. Eu juro que tentei engolir todas as lágrimas calada, tentei não envolver ninguém no meu drama, me elogiar quando me olhava no espelho, ignorar o que me falavam, parar de me automutilar, sorrir com falsidade e voltar a achar graça na vida. Mas eu falhei. Como sempre fiz, não é pai? Nada o que fiz estava bom o suficiente para você. Eu sempre fui a sua pior filha. A que não era extrovertida, não era magra, tinha notas abaixo de 10 e um comportamento inaceitável para uma mulher, certo? Será que um dia você parou para pensar no mal que estava me fazendo? Porém eu te entendo. Claro que você tinha coisas mais importantes para pensar e eu sei que não queria me machucar.
Ah mamãe, Por que sempre tão ocupada para mim? Sempre havia o trabalho em primeiro lugar e o descanso em segundo. Juro que tentei falar com você muitas vezes sobre o que faziam comigo na escola. Falar o quanto afetava minha autoestima. Dizer que até tentei através da bulimia fazer com que eu ficasse mais bonita e as piadas em relação ao meu peso cessassem Mas nunca adiantou.
Quero que saibam que não os culpo. Entendo que eram os únicos que me queriam bem, do jeito de vocês. Repito que tentei aguentar. Mas não foi o suficiente. Pensem que agora estou em paz e não há mais ninguém para me insultar. Obrigada por tudo que fizeram por mim, eu sempre amei vocês. E espero que com esse grito de desespero as pessoas possam se tocar que cada um tem o seu jeito de ser. Cada um tem seu tom de pele, seu jeito de se vestir, de falar e seu formato corporal. Que elas parem de julgar os diferentes, pois não há ninguém igual ao outro.
Espero que esta carta faça alguma diferença. E que compreendam que as palavras podem acabar com uma vida

Mandy Miller”

(bofm)


principeimperfect:

Eu conto cada segundo, só pra chegar a hora de te ver de novo. 


Ela: Quer saber de uma coisa?

Ele: Err, Não. Brincadeira, fala.

Ela: Ah, não. Não vou falar mais porra nenhuma também!

Ele: Que bom, fica mais fácil de te beijar assim… Ai, por que me mordeu?

Ela: Babaca, eu não sou uma bonequinha que só serve para suas necessidades carnais!

Ele: Hahaha NECESSI.. O que? Não viaja, eu tava brincando com você, idiota.

Ela: Mas eu estava tentando falar sério contigo, poxa.

Ele: Desculpa, vai? eim?

Ela: Tá, tá bom. Tanto faz!

Ele: Tanto faz não! Agora diga, bobona.

Ela: Eu te amo.

Ele: Ah, eu também te amo, pequena.

Ela: Se eu te beijar agora você vai se vingar da mordida?

Ele: puff, mas é claro que.. vou. Eu eim, sai mordendo os outros assim, ow.

Ela: Não te beijo nunca mais também.

Ele: COMO É QUE.. (Ela o beija)

(B.of.m)


Sua risada é mais bonita do que a minha música favorita.


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